Hoje estou com um misto de sentimentos!!
Estou me sentindo muito, muito, muito bem porque o Brasil arrasou com "los hermanos" argentinos...
Um time que estava desmotivado, longe de ser o favorito, que teve que ver suas maiores estrelas se recusando a participar...
Enfim, tô muito orgulhosa da seleção! Isso que é amor a camisa!
Já com relação ao PAN...
O que foi aquela abertura hein? Linda, tudo bem. Mas a falta de educação das pessoas me chamou atenção...
Até parecia que estávamos em época de eleição ou algo do tipo...
Ok. O Brasil é um país democrático, as vaias fazem parte da democracia...mas alí era um momento que estávamos diante de tantos estrangeiros, que vergonha eu senti, naquele momento.
O Presidente da República sendo vaiado numa cerimônia que não tinha nada haver com política...
Isso tinha que acontecer mesmo no Brasil...
E olhe que estou até meio decepcionada com algumas atitudes do LULA, mas ele é o Presidente, então, nada haver aquela manifestação...pelo menos, eu acho que não...
No mais...
Está sendo muito bom poder acompanhar os jogos PANAMERICANOS aqui no Brasil!
Mesmo eu estando relativamente longe, sei que os cariocas estão fazendo bonito na torcida! É notório e emocionante!
Bom, eu sei que todo mundo hoje tá empolgadíssimo com a abertura do PAN.
Talvez, a maioria dos blogs falarão sobre isso hoje...
Mas eu, vou ser diferente. Até porque, "enquanto os homens exercem seus podres poderes", um país pára pra se enfeitiçar com a magia do esporte.
Não que isso seja ruim, não é. Nosso povo é muito sofrido, e essa é uma maneira de nos alegrarmos (tá parecendo a política do "pão e circo"), mas ainda acho que o momento político que vivemos vai ser esquecido, ou pelo menos, aliviado, por causa do PAN.
Bem, então, vou deixar aqui, um trecho de Carlos Drummond de Andrade, que não tem nada haver com o PAN e não tem nada haver com o momento político(Pelo menos, não é pra ter nada haver...). Só pra aparentar neutralidade(Aparentar!).
A hora do cansaço
"As coisas que amamos,
as pessoas que amamos
são eternas até certo ponto.
Duram o infinito variável
no limite de nosso poder
de respirar a eternidade.
Pensá-las é pensar que não acabam nunca,
dar-lhes moldura de granito.
De outra matéria se tornam, absoluta,
numa outra(maior)realidade.
Começam a esmaecer quando nos cansamos,
e todos nos cansamos, por um ou outro intinerário,
de aspirar a resina do eterno.
Já não pretendemos que sejam imperecíveis.
Restituímos cada ser e coisa à condição precária,
rebaixamos o amor ao estado de utilidade.
Do sonho de eterno fica esse gosto acre
na boca, namente, sei lá, talvez no ar."
(ANDRADE, Carlos Drummond de. A hora do cansaço. In: Corpo - novos poemas. Rio de Janeiro, Record, 1984. p. 39-40.) enviada por Elaine
Arborização Municipal
Estou pesquisando muito sobre arborização municipal esses dias. Enquanto minha pesquisa não se solidifica para virar um post, eu deixo vocês com esse vídeo! É rapidinho!!